3.1.08

A última visita aos Bastidores do Oceanário contou com a presença dos alunos da Escola Básica 2,3 de São Bruno, Escola Básica da Comunidade Islâmica de Palmela e da Escola Básica 2,3 de D. Pedro IV.

Ao entrarmos no Oceanário e antes de nos dirigirmos para o “Open Ocean” tivemos o prazer de presenciar o momento da alimentação dos peixes-lua visto da parte de baixo do “Open Ocean”. Foi também este o primeiro momento em que conseguimos fotografar o peixe-lua bebé.

Nas fotografias é possível ver os dois peixe-lua junto a cada um dos pratos a que estão habituados a comer, bem como em algumas das fotografias a mão do tratador que os está a alimentar.

Nesta visita tivemos ainda a oportunidade de ver (de cima) o pequeno aquário dos cavalos‑marinhos e das lulas que depois acabámos por ir ver, também, do lado de fora como os visitantes do Oceanário o vêm normalmente.

Vista de cima (no corredor técnico) do aquário dos cavalos-marinhos e lulas.

Vista frontal do aquário dos cavalos-marinhos e lulas.

A segunda e terceira visita do dia 27 de Novembro foram realizadaa com os alunos do Externato Cooperativo da Benedita e da Escola Básica Integrada da Apelação. Mais uma vez na visita ao “Open Ocean” tivemos o privilégio de observar a Manta a comer. Contudo, desta vez existiu uma pequena confusão. É que o peixe-lua bebé que está a ser habituado a comer ao ver o prato amarelo cortado ao ver o balde amarelo da Manta confundiu-se e foi até ao rectângulo de alimentação da Manta “atacar” o balde amarelo pensando que estava a ser chamado para comer.

Contudo, depois lá apareceu a manta pronta para comer a sua segunda refeição diária.

Preparação do balde para alimentar a manta.

Foi-nos ainda explicado pelo Educador Marinho Luís que os peixes novos quando entram para o Oceanário não podem ser lançado de imediato nos aquários pois podem ser atacados por outros peixes que não o conhecendo pensarão que é alimento. Assim, de modo a criar um período de habituação, convivência e simpatia entre todos, os peixes recém-chegados são colocados numa espécie de berço de rede, durante 2 dias, que é colocada no aquário para que os peixes se possam ver uns aos outros e para que todos se habituem à nova presença, sem ocorrerem incidentes.

2.1.08

No dia 27 de Novembro de 2007 ocorreram 4 visitas guiadas aos Bastidores do Oceanário.

O dia começou com a visita dos alunos do Colégio de Santa Doroteia. A primeira paragem teve lugar numa das varandas do aquário central onde os alunos puderam ver o tubarão touro, a manta,

e os Araus.

Quando observavam o aquário central os alunos perguntaram porque é que os peixes andavam sempre atrás da cauda do tubarão e a resposta do nosso Educador foi simples mas conclusiva: “É que quanto mais perto da cauda mais longe da boca!”

Posteriormente seguimos para o “Open Ocean”, designação dada pelos funcionários do Oceanário à parte superior do tanque central.

Aqui o Educador Luís que nos fazia a visita guiada mostrou-nos como são alimentados alguns dos animais que vivem no aquário global.

Nesta fotografia encontramo-nos junto ao elevador que é utilizado pelos mergulhadores para entrarem no aquário central quer para efectuar limpezas quer para ir alimentar os animais que não chegam à superfície para comer. É também nesta área que é alimentado o peixe-lua, ao qual é mostrado um prato vermelho redondo para que se aproxime da superfície e seja alimentado manualmente. Contudo, foi com grande surpresa que verificamos que junto ao prato vermelho existia agora também um prato amarelo cortado. Foi ai que o Luís nos informou que tinha chegado ao tanque central o seu mais recente habitante: um peixe-lua bebé. Numa primeira fase o peixe-lua bebé está a ser alimentado com gelatina de alface e brócolos que é a textura que mais se assemelha às medusas que come no seu habitat natural. O peixe-lua grande é alimentado sempre que vê o prato vermelho redondo, o peixe-lua bebé está a ser ac

ostumado a comer quando vê o prato amarelo cortado.

De seguida fomos ver como se limpava o aquário central. Assim, na fotografia em baixo é possível ver os sifões servem para “sifonar” (uma forma aquática de aspirar!) o fundo dos aquários de maiores dimensões. Um quarto do aquário central é sifonado todas as semanas, para que ao fim de um mês todo o aquário tenha sido “aspirado”.

No dia 24 de Novembro estiveram presentes nas Visitas Guiadas aos Bastidores do Oceanário os alunos vencedores pertencentes à Escola Básica 2,3 João Afonso de Aveiro e à Escola Secundária Professor Reynaldo dos Santos.

A visita começou pelo topo do aquário central que tem 7 m de profundidade. Na fotografia em baixo é possível ver uma janela atrás do grupo de alunos. Foi por esta janela que saiu a Manta que viveu no Oceanário e que por ter atingido dimensões grandes foi devolvida ao mar, uma vez que já não era possível continuar a viver no Oceanário.

Nesta visita foi-nos ainda explicado que todos os dias são efectuadas no Oceanário 27 análises às águas dos diferentes tanques, de modo a controlar se todos as condições estão adequadas à vida dos animais ali existentes.

Na visita à casa das máquinas foi-nos explicado pormenorizadamente o processo de limpeza da água dos aquários de modo a que esta possa ser reutilizada, sem que se gaste muito dinheiro e recursos a encher constantemente os tanques com água “nova”.

Assim, a água suja com restos de comida, de excrementos e de restos dos animais e de plantas artificiais ou naturais que compõem os aquários passa primeiro por um filtro mecânico de areia onde ficam retidos todos os pedaços de lixo de maiores dimensões. Posteriormente, a água que já parece mais limpa passa por um filtro de cartão (como se fosse um filtro de café) onde os pequenos pedaços de detritos ainda existentes ficam retidos. No final do processo a água, que nesta fase já parece limpa, mas que na realidade não está, pois ainda contém microorganismos em suspensão é passada por um fi

ltro de bio-bolas. O design das bio-bolas foi realizado por um português e o conceito é o seguinte: as bio-bolas são constituídas por altos e baixos onde vivem bactérias (à semalhança de um bairro com vários prédios) que têm por função transformar a amónia em nitritos, que por sua vez será transformada em nitratos, tornando a água cada vez menos tóxica. Contudo, como os nitratos são ainda muito tóxicos são transformados posteriormente em azoto livre que sendo gasoso ascende à superfície da água e liberta-se facilmente. Toda a água do aquário central sai e entra numa rotação constante de 2h30.

No final da visita houve ainda tempo para dar uma espreitadela ao aquário central e à exposição dos Bastidores do Oceanário onde vimos o aquério de reprodução de corais.

No dia 21 de Novembro de 2007 realizaram-se as visitas guiadas aos Bastidores do Oceanário dos alunos vencedores do concurso nacional “À Descoberta das Regiões Polares” da Escola Básica 2,3 do Bairro Padre Cruz e da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa. A visita destes dois grupos iniciou-se com uma breve espreitadela para o aquário global onde foi possível ver espécies como o Peixe Lua, o Tubarão Touro, as Barracudas, os Roncadores, a Manta, etc.

Das duas visitas efectuadas por estas escolas, a visita aos bastidores do Oceanário iniciou-se pela parte do superior do aquário central onde tivemos a oportunidade de assistir a duas operações diárias.

Quando chegamos à parte superior deparámo-nos com dois mergulhadores a prepararem-se para entrar dentro do aquário central.

A entrada no aquário central é efectuada através de um elevador (onde o mergulhador se encontra sentado), de modo a provocar o menor impacto quando da entrada na água. Estes dois mergulhadores que se vêm na fotografia em baixo levam dois tubos com comida para alimentar as raias de fundo, uma vez que estas têm de ser alimentadas à mão e uma a uma para que se saiba a quantidade de comida que cada uma delas está a comer.E como estávamos cheios de sorte ainda tivemos a oportunidade de ver a Manta a comer. Como referido anteriormente existem alguns animais como a Manta, o Tubarão Touro e o Peixe Lua que comem em locais específicos da parte superior do aquário central. Na foto abaixo temos a tratadora a alimentar a Manta. Os animais que vão comer à parte superior do aquário foram habituados desde a sua chegada a chamamentos sensitivos. Assim, por exemplo, a Manta quando vê o balde amarelo já sabe que é hora de comer. A tratadora coloca o balde dentro de água e a conjugação do odor a comida fresca e da cor amarela do balde fazem com que passados alguns minutos a Manta apareça à superfície para comer.A Manta é alimentada com camarinha (camarão pequeno) duas vezes por dia.

Não é espectacular??

Depois de posicionar o balde mesmo à frente da boca, como a manta nada de boca aberta é só deixar a comida cair que entrará directamente para dentro da boca da Manta.

Na visita à parte inferior do aquário central foi-nos explicado pelo Esducador Marinho que nos acompanhava na visita como é que se conseguia obter a temperatura da água para os 5 aquários maiores do Oceanário (global, Indico, Atlântico, Pacifico e Antárctico).

Nos quatro tubos pretos que se vê na fotografia passa água quente e fria proveniente do Oceano Índico. O sistema é complexo e funciona da seguinte forma: a água suja (quente – aproximadamente a 25ºC) que sai do aquário desce num tubo à volta da água limpa (à temperatura ambiente) que sobe para o aquário. Desta forma, e por condução térmica, a água limpa que está a ser enviada para o aquário vai sendo aquecida e poupa-se assim alguma energia tornando o sistema num sistema termicamente eficiente. O mesmo acontece com a água do Oceano Antárctico, a água suja e fria (aproximadamente 5ºC) que sai do aquário, por condução térmica, vai arrefecendo a água limpa e quente (à temperatura ambiente) que está a ser enviada para o aquário. Desta forma, poupa-se uma grande quantidade de energia que seria necessária para fazer aquecer ou arrefecer a água.


















A distribuição dos prémios
aos vencedores do Concurso Nacional “À Descoberta das Regiões Polares” continua. Depois das visitas guiadas ao Oceanário para os nossos vencedores mais pequeninos, chegou a altura de distribuir as Visitas Guiadas aos Bastidores do Oceanário para os nossos alunos maiores.

As primeiras visitas tiveram lugar no dia 20 de Novembro com alunos do Colégio Dona Maria Pia. Nas duas visitas realizadas neste dia os alunos tiveram a oportunidade de ser acompanhados pela educadora Mafalda.

A visita começou à exposição temporária existente no Oceanário intitulada Bastidores do Oceanário. Nesta parte da exposição foi possível ver um espaço semelhante ao conhecido como quarentena. O Espaço da Quarentena do Oceanário é vedado a qualquer tipo de visita externa (mesmo aos educadores do Oceanário) uma vez que se trata de um espaço semelhante a um hospital onde se cuidam os animais doentes ou que estão a chegar ao Oceanário e onde se situa também a Maternidade. Desta forma, esta exposição localizada junto ao aquáro central pretende mostrar aos visitantes do Oceanário um pouco do que se passa no verdadeiro espaço de quarentena.

Neste espaço, os nossos vencedores puderam observar um aquário de reprodução de corais.

Esta reprodução realiza-se em cativeiro porque os corais (que são animais e não plantas) estão em vias de extinção quer devido ao aquecimento das águas, e às alterações climáticas, onde vivem quer devido a catástrofes naturais como tsunamis. Assim, o que se pretende é que os aquários mundiais tenham espécies em cativeiro para poderem trocar entre si (e assim evitarem ir buscar espécies à natureza), mas também terem espécies para devolver ao Oceano em caso de catástrofe. A Mafalda alertou-nos ainda para o facto de, visto os corais se tratarem de animais, o seu transporte e posse mesmo quando mortos é ilegal e tão grave como possuir uma pata de canguru ou um dente de elefante.

Posteriormente à visita ao interior do Oceanário e a uma espreitadela ao aquário central foi a vez de nos deslocarmos nos corredores técnicos do Oceanário e de ir espreitar os seus bastidores.







Assim, prosseguimos até à parte inferior do Oceanário, encontrando-nos na fotografia em cima por baixo do aquário central na casa das máquinas. É aqui na casa das máquinas que toda a água do Oceanário é tratada e reutilizada ou eliminada. A água utilizada nos aquários do Oceanário é água doce da torneira que após entrar no Oceanário é tratada em diferentes etapas. Nestas diferentes etapas pretende-se eliminar o cloro, o flúor. O cloro é eliminado através de um filtro de carvão. Depois de eliminados estes componentes é necessário tornar a água salina uma vez que os Oceanos (habitat natural dos animais aqui residentes) são salgados. Desta forma são introduzidos na água do aquário central 8000 Kg de sal por mês. Não se trata de um sal qualquer mas sim do sal mais puro da Terra que é extraído do Mar Vermelho de Israel.

Quando a água é reutilizada a eliminação dos detritos, organismos e microorganismos que nela existem é essencial.

Quando terminamos a visita à parte inferior do Oceanário foi altura de ir visitar o topo do aquário central.

É nesta zona que os animais são tratados e alimentados e é também por aqui que mergulhadores e pessoal técnico mantém o aquário limpo e funcional.

A parte superior é dividida por passadeiras metálicas que formam pequenos rectângulos que não são mais que espaços territoriais onde alguns dos habitantes do aquário global são alimentados.

A alimentação destes animais é feita diariamente, comendo todos eles a horas e dias específicos da semana, garantindo-se desta forma que todos estão bem alimentados e que por isso a interacção predador-presa não ocorrerá dentro do aquário. Esta forma de alimentação individualizada permite ainda perceber a quantidade de alimentação que cada um come e alterações comportamentais em cada um dos animais.

15.12.07

Teatro em Almodôvar

Temo-vos a dizer que novamente a peça de teatro "Os Pólos da Nossa Terra" arrasou e desta vez foi em Almodôvar.

As imagens dizem tudo






E aqui fica um pequenino excerto musical só para ficarem com "água na boca"!

Obrigada professora Ana Cristina por partilhar estes momentos com todos nós.

veja mais detalhes em http://latitude60.blogspot.com/2007/11/resultados-do-festival-internacional-de.html

Dia Polar Internacional
CALOTES GLACIARES
13 DEZEMBRO 2007


Esta iniciativa contou com a participação das seguintes escolas
http://www.ipy.org/index.php?/ipy/detail/ice_sheet_day_launch_a_virtual_balloon/


EB 2, 3 de Nogueira

Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso - “Os alunos da ESPL lutam contra a inércia e defendemas zonas geladas e o futuro do planeta”

Escola Francisco Torrinha

Escola Secundária Rodrigues de Freitas

J.I./E.B.1 de Ventosa

Escola EB 2,3 Grão Vasc, Viseu

Escola E.B.2.3 e Secundária de Alvaiázere

EB 2, 3 de Alcanede - "mais uma escola a apoiar o Projecto Latitude 60!"

ECB (Externato CooPerativo da Benedita)

Escola Superior de Educação de Santarém

EB1 nº1 do Cartaxo - “Um balão em defesa dos Pólos da Nossa Terra”

EBI de São Bruno - Caxias

Escola Secundária António Inácio da Cruz - "Na Antárctida estará a Andreia Raposo de Grândola"

Escola EB2,3/S Dr. João de Brito Camacho - "Estamos aqui pelos Pólos e pela preservação da Natureza!"

Escola E.B. 2,3 de Vila Nova de Cacela-Lº60 - "Olhar vivo sobre as regiões polares"

Escola E.B.1 de Brancanes, Olhão - "Os Brancanitos associam-se a todos os povos do mundo no combate ao aquecimento global"

Escola EB 2,3 Dr José Neves Júnior, Faro - "Juntos pelo Dia Internacional das Calotes Polares"

Escola Básica 2.º e 3.º ciclos da Torre, Câmara de Lobos, Região Autónoma da Madeira, Portugal

Parabéns a todos....
Quem disse que éramos pequenos, quem disse????!!!!

Agora... Acontece!


A 23 de Novembro de 2007, Vanessa Batista e Alexandre Trindade estiveram presentes na gravação do programa de rádio Agora…Acontece! com o jornalista Carlos Pinto Coelho.

Nesta entrevista foram abordados temas relacionados com o Ano Polar Internacional e com o projecto educativo português - Latitude60!, bem como com as campanhas a realizar pelos cientistas polares e pelos alunos que participarão na viagem Students on Ice.

Convidamos todos os participantes no LATITUDE60! a ouvir o programa, nas rádios regionais e locais, na semana de 17 a 23 de Dezembro. Para saber qual a emissora e o horário em que será transmitido, solicitamos que consulte os seguintes endereços http://projectos.ese.ips.pt/moodle/mod/forum/discuss.php?d=3250 ou http://permafrost.weebly.com/.

Não percam!!!

7.12.07

"Inspectores da Terra" em Faro!

Professora de Ciências Naturais, da Escola Dr. José Neves Júnior, em Faro, Clara Abegão, tem o prazer de nos dar a conhecer o trabalho que ultimamente os seus alunos do 7ºD têm estado a desenvolver. Trata-se de um blog cujos temas desenvolvidos são sobre questões ambientais e que se intitula "Inspectores da Terra" http://inspectores_da_terra.blogs.sapo.pt/

Iniciativas como esta nunca são demais. Parabéns.
"Os Pólos da Nossa Terra" em Sesimbra

O Jardim de Infância da Unidade Integrada de Atendimento à Infância – Cercizimbra, no âmbito do desenvolvimento do Projecto Pedagógico das Salas Amarela e Vermelha tem vindo a dinamizar actividades relacionadas com a comemoração do Ano Polar Internacional.

No dia 19 de Novembro receberam a visita do Grupo de Teatro do Espaço Cativar com a peça "Os Pólos da nossa Terra". Para esta ocasião tiveram oportunidade de convidar amigos do Jardim de Infância/EB 1 de Sesimbra e do Externato de Santa Joana.

O professores e educadores do Cercizinbra enviaram-nos os testemunhos de algumas das crianças espectadoras que revelam o prazer que todos tiveram com esta iniciativa.

- João do Carmo – Gostei do Esquimó e do desenho da Aurora. Também temos de fechar a torneira e andar de bicicleta por causa da poluição.

- Eduardo – Gostei do mapa e da estação científica onde eles estavam. Também gostei da viagem da Aurora e do Pinpim à terra dos Pinguins.

- Carolina – Gostei do Urso Polar que vive no Pólo Norte, do Pinguim e da Aurora.

- Rodrigo S . - Gostei do mapa e da Aurora.

- Sebastião e André – Eu gostei do Pinguim e do mapa.

- João Pedro – Gostei do Urso Branco e do Pinguim.

- Verónica e Marco – Gostei da Aurora.

- Alexandre – Eu gostei do Urso Polar.

"O Teatro deu-nos pistas para ajudar a nossa terra: temos de andar de bicicleta para não poluir o ambiente, temos de fechar a torneira quando estamos a tomar banho e colocamos o champô e o gel; temos de fechar a torneira quando estamos a lavar os dentes; ..."

"Nós já sabíamos mas voltámos a ouvir que no Pólo Sul vivem os pinguins e no Pólo Norte os ursos polares."

"Nós queríamos dizer que na nossa sala já fizemos reciclagem do lixo e já somos bons para limparmos o planeta."

26.11.07

Viagens à Antátctida
(http://latitude60.blogspot.com/2007/08/pster-no-dia-2-de-julho-professora.html)

O grupo de alunos do secundário que recebeu o 1º prémio do concurso nacional "À Descoberta das Regiões Polares", e por isso vencedores das viagens à Antárctida, já está quase pronto para a grande viagem.

A formação que terminou no passado dia 24 de Novembro teve como intuito preparar o grupo de estudantes para o que os espera nesta aventura que se aproxima. O programa da formação consistiu no seguinte:

20 de Outubro

Formador: Catarina Figueira
Tema: Media
Local: Pavilhão ou Ciência Viva
Horário: 11h-13h


Formador: Alexandre Trindade
Tema: Tratado da Antárctida (politica) e historia da exploração.
Local: Pavilhão ou Ciência Viva.
Horário: 15h as 18h


27 de Outubro


Formador: José Xavier
Tema: Ecologia, Biologia e Oceanografia.
Local: Pavilhão ou Ciência Viva.
Horário: 14h as 18h


17 de Novembro


Formador: Alexandre Trindade
Tema: Geomorfologia glaciária, Geologia e enquadramento morfotectónico.
Local: Pavilhão ou Ciência Viva.
Horário: 10h-13h e 15h-17h


24 de Novembro


Formador: Gonçalo Vieira
Tema: Criosfera e mudanças climáticas
Local: Faculdade de Letras da Univerdidade de Lisboa.
Horário: 9h-13h


Visitas Guiadas ao Oceanário - 5

Nas duas últimas visitas fomos acompanhados pela Educadora Marinha Patrícia que nos ensinou ainda mais coisas que não sabíamos (ver publicações anteriores, abaixo). Assim, depois de vermos o Oceano Índico fomos ver no aquário global um peixinho bem nosso conhecido e que todos os portugueses gostam muito. Adivinham quem é?


É o Sr. Bacalhau. E sabem que o Sr. Bacalhau anda muito triste. Porquê? Porque nós (os portugueses) gostamos muito de comer bacalhau e como comemos tanto e tanto bacalhau este bonito peixe está a desaparecer e o Sr. Bacalhau do Oceanário está a perder a sua família. Como todos gostamos de comer um bom bacalhau cozido, à Brás ou com natas sabem qual é a sugestão da nossa amiga Patrícia? Que por ser um peixe tão especial, só o devemos comer no máximo quatro vezes por ano, sendo que uma delas está quase a chegar – o Natal. Será que em 2008 vamos conseguir comer só quatro vezes bacalhau, para assim podermos ajudar o Sr. Bacalhau e a sua família?

Depois de nos despedirmos do Sr. Bacalhau e de prometermos que passaríamos a mensagem da sua iminente extinção, foi altura de darmos uma espreitadela no aquário do Polvo e ver a estrela-do-mar Girassol. Ao contrário das estrelas-do-mar comuns que só têm cinco pontas a estrela-do-mar Girassol é grande e tem 21 pontas.


Também com a Patrícia houve tempo para descansar e ver os peixinhos do aquário central.

Olhem ali duas raias!


Os prémios das Visitas Guiadas ao Oceanário chegaram ao fim. Esperamos que tenham gostado do que vos contamos sobre as visitas que os vencedores do concurso nacional “À Descoberta das Regiões Polares” viram e aprenderam.
Em breve começarão as Visitas Guiadas aos Bastidores do Oceanário e ai vamos ver a parte de trás deste bonito mundo que vos acabámos de mostrar!
Visitas Guidas ao Oceanário - 4

As restantes três visitas realizadas no dia 19/Novembro foram do Jardim de Infância João de Deus do Entroncamento (ver publicação abaixo). Começamos a visita com o grupo dos mais pequeninos (Batas vermelhas), depois os maiores (Batas azuis) e depois para terminar os ainda maiores (Batas amarelas).
A visita dos mais pequeninos foi acompanhada pelo nosso já conhecido Educador Luís que nos mostrou os Pinguins e como o gelo é frio.


Passeamos também pela selva e vimos como são coloridos os animais do Oceano Índico. A sua cor deve-se à temperatura elevada da água em que vivem, cerca de 25ºC.


Desta vez, no Oceano Índico tivemos o prazer de conhecer o peixe Napoleão. O seu nome vem do facto de que quando se torna grande este peixe fica com uma cabeça parecida com o chapéu do Napoleão Bonaparte.


Como os outros meninos dos outros grupos descansámos junto ao aquário central. Olhem bem para cima… lá vem o peixe-lua.


Também tivemos a visita do tubarão zebra. Apesar do seu aspecto pintalgado este tubarão quando nasce é às riscas, tal qual uma zebra. Mas com o crescimento a sua pela transforma-se em pintas perdendo as riscas.




Antes de terminarmos a visita o Luís ainda teve tempo de nos mostrar um aquário pequenino onde vivem os corais do Oceanário. Sabiam que os corais são animais? É verdade! Apesar de parecerem rochas os corais são animais muito valiosos e sensíveis e que se encontram em perigo de extinção. Assim, nunca os devemos apanhar na praia, nem comprá-los uma vez que é crime.


Fotografia de um exemplar de um coral mesa. Tem este nome por ser tabular e por isso com a forma de um tampo de mesa.


E a seguir uma fotografia de um coral árvore que tem este nome por se parecer com uma pequena árvore.


Como são animais de águas quentes os corais estão sempre acompanhados de peixes coloridos e muito bonitos.